segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O choro

Por que a vida é assim?!
Tão esmera efêmera!
Talvez nem tão efêmera
quanto a felicidade em si.
Mas, breve sim
quando alegre e feliz.
As trevas então se mantêm.
O religioso vazio
adormece, cala, sufoca!
Quero gritar! Berrar aos ventos!
Não me cabe mais essa dor.
Meu ser é pouco pra tanta amargura.
Angústia....
Angústia....
Angustia...
E então o choro vem,
alívio ao aperto nas minhas costelas.
Esmaga agora minha mente vazia.
Já não penso em nada
apenas durmo.
E sonho
em não sonhar mais, em não acordar.
Para não mais sonhar contigo e
para não acordar sem ti!

Teu olhar!

Puxe-me pra ti, como tem sido
Seja meu apoio, minha guia
Sinto teus cabelos na minha palma
O doce cheiro que envolve e entorpece
Mais nada importa
Somos nós, somente nós
E mais nada
Teu olhar, teu olhar.

Pense em mim

Desculpe não crer em você
Apenas não me sinto capaz
Não sinto capaz
esquecer e somente esquecer
Se tudo que me surge é nós
Como quando também já surgiu a você
o somente nós e nada mais
Apenas não me sinto capaz
Não sinto capaz
Esquecer e somente esquecer.